Em 1993, a General Motors escolheu o momento para promover a recém-estreada quarta geração. A carroçaria desenhada por John Cafaro e Chuck Jordan, foi considerada menos carismática, com um design mais suave, que não correspondia ao esperado para um “muscle car”.

Ainda assim, trouxe inovações como painéis em compósito, que reduziram o peso e uma suspensão dianteira actualizada, que melhorava o comportamento dinâmico. O Camaro estava disponível com motores V6 e V8, sendo a versão Z/28 a mais desejada, estando equipada com um V8 de 5.7 litros, 275cv e 441Nm, associado a uma caixa manual de seis velocidades ou automática de quatro.

Para capitalizar a presença nas 500 Milhas, a GM produziu novamente uma versão comemorativa, chamada “Pace Car Edition”, limitada a 645 unidades. Era, sem dúvida, o mais extrovertido de todos os Camaro desta geração: além de pintada em preto e branco, a carroçaria era adornada com riscas em cores “néon”, muito ao estilo dos anos 90, tema que se estendia aos estofos. Para a prova de 1993 foram preparadas três unidades do modelo, equipadas com todos os dispositivos indispensáveis à função e todos eles de caixa automática.

Desta vez, a personalidade convidada para conduzir o Pace Car nas voltas iniciais foi Jim Perkins, Director da General Motors, enquanto o piloto destacado para intervenções de emergência, voltava a ser Don Bailey. Tal como aconteceu em 1989, a vitória de Emerson seria premiada com um dos Pace Car. O piloto guarda carinhosamente na sua colecção este exemplar, que, no entanto, é um dos 645 vendidos ao público.