O túnel de vento utilizado não permitia medições precisas por não ter piso rolante, levando a rápidas alterações no FD02, incluindo novos radiadores laterais e uma tomada de ar maior. Essas melhorias trouxeram algum progresso, culminando no 13º lugar no GP do Brasil. No entanto, os testes seguintes revelaram mais dificuldades, com falhas na qualificação em Kyalami e no Mónaco, e abandonos em Montjuïc e Zolder, onde Wilson terminou em último.

A equipa evoluiu para o FD03, com nova suspensão e aerodinâmica revista. Em Zandvoort, Wilson terminaria em 11º lugar, apesar do começo difícil com a qualificação em último. No entanto, os abandonos por falhas técnicas continuaram em França, Inglaterra e Alemanha. O pior momento ocorreu na Áustria, quando um despiste resultou numa fractura na mão de Wilson. Para o GP de Imola, Arturo Merzario assumiu o volante e terminou em 11º, enquanto Wilson, já recuperado, regressou em Watkins Glen, conseguindo o melhor resultado da temporada: 10º lugar.

A estreia da Fittipaldi-Copersucar foi uma dura aprendizagem, mas o FD03 revelou-se uma evolução mais eficaz antes do FD04. Na temporada seguinte, Ingo Hoffmann ainda usaria o FD03 na primeira prova, terminando em 11º, à frente de Emerson Fittipaldi, que ali fazia a sua estreia na equipa.