A Copersucar igualou o salário que Emerson recebia na McLaren, apostando na visibilidade e na experiência do bicampeão. Para acompanhar esta mudança, Ricardo Divila, com o apoio de Maurice Phillippe, projectou o FD04, um modelo completamente novo, mais leve e convencional, com radiadores laterais e suspensão outboard. No entanto, a flexibilidade excessiva do chassis afectava a competitividade. Apesar disso, Emerson conseguiu levar o carro aos pontos em Watkins Glen, no Mónaco e em Brands Hatch.

A pressão para melhorar levou à contratação do engenheiro David Baldwin, que começou a desenvolver um novo modelo para 1977. No início do ano, o FD04 foi utilizado com novas cores desenhadas por Sid Mosca (celebrizado pelo desenho dos capacetes de Senna e Schumacher, entre outros), e que incluíam o amarelo como reforço da identidade brasileira. Emerson teve um início promissor, com um excelente quarto lugar no GP da Argentina, repetido em Interlagos, onde Ingo Hoffmann terminou em sétimo, na sua despedida da Fórmula 1. A partir de então, a Copersucar inscreveu apenas um carro.

O desempenho do FD04 manteve-se competitivo, com um quinto lugar no GP dos EUA, mas foi perdendo eficácia na fase final da temporada. Na África do Sul, o Copersucar não foi além do décimo posto, mas no GP dos Estados Unidos da América Fittipaldi voltou a mostrar consistência, com um quinto lugar. No entanto, a despedida do FD04 seria menos brilhante, com um 14º lugar em Espanha e uma desistência no Mónaco, por falha do motor.