Como em todas as versões, este modelo baseava-se nos Dodge WC-51 e WC-52 e, tal como estes, estavam disponíveis duas variantes que se diferenciavam por ter ou não o guincho frontal G-502E, respectivamente nas versões WC-57 e WC-56.
Mas as modificações não ficavam por aqui, pois estes “Dodge Command Car” recebiam protecções frontais e traseiras especificas, sirenes próprias, suportes para as bandeiras usadas quando do transporte de oficiais generais e até, como opção, um potente rádio emissor-receptor de 12 volts. A produção em série iniciou-se em Abril de 1942 usando as mesmas linhas de montagem dos WC-51 e WC-52 com que partilhavam a maioria dos componentes, tendo o modelo servido em todos os ramos e em todas as frentes onde combateu o exército norte-americano, sendo ao mesmo tempo fornecido aos Aliados nos termos do programa de ajuda militar Leand-Lease Act.
Estas viaturas de comando iriam ser parte integrante de inúmeros eventos históricos do conflito ao terem sido o transporte escolhido por generais tão famosos como George Patton ou Dwight D. Eisenhower.
No entanto, nunca foram verdadeiramente populares entre as tropas, primeiro porque os mais ligeiros “Jeep” Ford GPW e Willys MB eram mais manejáveis e interessantes de guiar e, depois, porque a figura do “Dodge Command Car” tornou-se rapidamente num alvo prioritário para os snipers e para a artilharia alemã, levando a que muitos generais os trocassem na frente de combate pelos mais comuns e discretos “Jeep”.
Até ao final da produção em Setembro de 1945 sairiam das linhas de montagem da Dodge e da Fargo um total de 21.156 exemplares do modelo WC-56 – sem guincho – e 6010 exemplares do modelo WC-57, com o referido acessório.




