Nos anos seguintes, a Penske enfrentou dificuldades contra os Lola e os novos motores Ford-Cosworth, enquanto a concorrência se tornava mais jovem e talentosa, incluindo o seu novo colega de equipa, Paul Tracy. Em 1993, Nigel Mansell (campeão da F1 em título) juntou-se à Indy e reforçou ainda mais a competitividade do campeonato.
Apesar das dificuldades, Emerson manteve-se competitivo, vencendo quatro provas em 1992. Perante a superioridade dos Lola, a Penske reagiu: Nigel Bennett refinou o PC21, optimizando a aerodinâmica, enquanto a Ilmor evoluiu o motor Chevrolet 265 V8 turbo para a versão “C”, capaz de 775cv às 12.000rpm. O PC22 incorporava ainda uma caixa sequencial de seis velocidades e suspensão “push-rod”. Como importante curiosidade, nesse mesmo ano Ayrton Senna chegaria a testar um PC22, incentivado por Fittipaldi, mas acabou por permanecer na F1.
Emerson brilhou aos 47 anos, somando nove pódios, três vitórias e terminando como vice-campeão. Nas 500 Milhas de Indianápolis, impôs a sua experiência e conquistou a vitória mais importante do PC22. O chassis #002, presente na colecção de Emerson Fittipaldi, é um dos mais importantes, ao ter sido usado pelo próprio, mas também pelo companheiro de equipa, Paul Tracy.




